Comportamento | Psicologia do Trabalho https://comportamento.com.br/ Somos uma consultoria experiente que apoia o desenvolvimento de culturas preventivas por meio de ações voltadas para o comportamento humano. Fri, 25 Oct 2024 22:46:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://comportamento.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Favicon.png Comportamento | Psicologia do Trabalho https://comportamento.com.br/ 32 32 De líder para líder: Errar nos ajuda a persistir https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-errar-nos-ajuda-a-persistir/ https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-errar-nos-ajuda-a-persistir/#respond Fri, 25 Oct 2024 22:46:48 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7348 Olá, líder!

Todos os dias, temos a oportunidade de dialogar e conviver com líderes mundo afora. Apesar dos diferentes endereços e segmentos, eles compartilham dos mesmos dilemas, falhas, sonhos, conquistas e tantas outras nuances que estão diretamente relacionadas a seus papéis.

O post De líder para líder: Errar nos ajuda a persistir apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
Essa jornada é, na maioria das vezes, gratificante, mesmo com os grandes desafios e responsabilidades. Mas a liderança, quando dividida em trocas de experiências genuínas, pode ser ainda melhor e mais leve, nos tornando mais confiantes e dispostos a colocar a mão na massa para construir o futuro no qual acreditamos.

👉 E foi para isso que criamos a News “De líder para líder”: proporcionar, em poucas palavras, uma troca entre lí

insights, dicas e respaldo para que você saiba que não está sozinho nessa caminhada.

Desejamos uma boa leitura!

📍 Panorama do cenário

Errar nos ajuda a persistir.

Há uma verdadeira revolução acontecendo nas temáticas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.

Nosso sonho de conseguir trabalhar cada uma delas abrindo portas, escutando e construindo um ambiente seguro psicologicamente vem avançando de forma significativa, trazendo a prática do cuidado para nossas rotinas de trabalho. Estamos descobrindo que errar/falhar é o que nos ajuda a persistir e continuar, e não os motivos para desistirmos.

Construir legados de culturas preventivas é a forma mais bondosa de pensarmos no futuro das próximas gerações, e isto é a Generatividade.

Mais do que tudo, essa iniciativa expressa nosso desejo de nos aproximar ainda mais e compartilhar experiências com todos vocês. Gostaríamos de convidá-los a participar deste processo humano: o cuidado.

“Vale a pena lembrar que muitas vezes são os pequenos passos, não os saltos gigantes, que trazem a mudança mais duradoura”

Rainha Elizabeth II

📍 Comportamento Responde: a arte de discordar

Confira esse vídeo rápido com nosso Diretor de Operações, Julio Turbay! https://youtu.be/uQKl7Zi89dg

Insights sobre o vídeo para otimizar seu tempo:

– No nosso dia a dia como líderes, é normal discordamos, em diferentes cenários, de elementos, ações ou práticas sugeridas pelos liderados ou até clientes.

• Do ponto de vista técnico, o que torna mais prática a argumentação para evitar que eles sigam com aquela ideia;

• Do ponto de vista da gestão, onde é necessário encontrar um meio termo, visto que varia de acordo com a maturidade de quem está ouvindo;

• Do ponto de vista ético, sendo este o mais desafiador. Aqui, o mais importante é estar 100% alinhado com os valores da sua empresa, buscando um “match” de pensamentos. Mas diante de um dilema, o que deve conduzir suas decisões são os valores.

📍 Para estar no seu radar

Curadoria com dicas, vídeos e artigos de nossos líderes que valem a pena conferir:

• Livro – Meritocracia sob a Perspectiva Corporativa – Coordenador Antonio Silvano Szezecinski

• Vídeo – Cuidado ativo https://youtu.be/4Jv-r4nQpPA · Artigo – O papel da liderança para o desenvolvimento de uma cultura de segurança positiva

• Vem aí – Censo de Maturidade em Segurança 2020/2023: Um benchmarking completo para guiar a sua operação. Fique de olho em nossas redes, traremos novidades em breve!

📍 Até a próxima edição!

Gostou da nossa News? Assine para recebê-la mensalmente e deixe nos comentários qual tema gostaria de ver sendo tratado por aqui.

• Nos acompanhe nas redes sociais para receber outros conteúdos valiosos: LinkedIn, YouTube, Facebook.

O post De líder para líder: Errar nos ajuda a persistir apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-errar-nos-ajuda-a-persistir/feed/ 0
De líder para líder: Segurança como Orgulho Organizacional  https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-seguranca-como-orgulho-organizacional/ https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-seguranca-como-orgulho-organizacional/#respond Thu, 24 Oct 2024 17:51:10 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7341 📍 Olá, líder!

Em mais uma edição da “De líder para líder”, queremos trazer um panorama, dicas, insights e, claro, provocações para que possamos passar juntos por mais um mês desse último semestre de 2023.

Que assim como nós, você finalize essa News com o ímpeto de olhar para a Segurança como um motivo de Orgulho Organizacional!

👉 Lembre-se: você não está sozinho nessa caminhada.

Desejamos uma boa leitura!

O post De líder para líder: Segurança como Orgulho Organizacional  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
📍 Panorama do cenário 

Por: Odilon Cunha Jr. 

Um verdadeiro desafio o cenário vivido neste primeiro semestre de 2023 quando falamos de Saúde e Segurança no Trabalho. 

Sem dúvida, o clima organizacional foi decisivo para este caminho crítico de sucesso. Para os líderes, uma mistura de ansiedade, entusiasmo e readaptações para a saída do trabalho em casa. Para as famílias, uma reorganização completa. Para as organizações, a dúvida de voltar a fazer como antes ou pensar em estratégias anti frágeis para melhor gerenciar os “novos normais”. 

Ou seja, a competência para gerenciar mudanças do ponto de vista organizacionais testaram e testam as empresas e as pessoas de forma potente e profunda. 

Hoje, os temas saúde e segurança, ou seja, temáticas ligadas ao Cuidado Organizacional são, de forma imprescindível, competências a serem desenvolvidas nos times de lideranças e na educação corporativa para que criemos ambientes seguros psicologicamente e, com isto, aumentem a favorabilidade do clima e a maturidade da Cultura de Saúde e Segurança. 

Desta forma, Saúde passará a ser Qualidade de Vida, Felicidade e não ausência de doenças; e Segurança trará Orgulho Organizacional, e não mais somente ausência de acidentes. 

Novos momentos, cenários, novos conceitos e práticas. 

“Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez.” – Thomas Edison 

📍 Comportamento Responde: qual o futuro das ferramentas de Segurança Comportamental? 

Confira esse vídeo incrível com nossos diretores de BI e Operações, Odilon Cunha Jr e Julio Turbay! 

Insights sobre o vídeo para otimizar seu tempo: 

O futuro da Segurança Comportamental está mudando para uma abordagem mais preventiva e tecnológica, integrando sistemas para identificar vulnerabilidades em tempo real e promover mudanças comportamentais. 

Alguns destaques: 

Abordagem Preventiva: Ferramentas focadas na prevenção de incidentes. 

Integração Tecnológica: Uso de tecnologia para identificar riscos em tempo real. 

Além dos Dados: Aplicação da inteligência para promover mudanças de comportamento. 

Impacto Organizacional: Identificação de vulnerabilidades nas decisões de liderança. 

Uso Inteligente de Dados: Essencial para uma abordagem preventiva eficaz. 

Adaptação Tecnológica: Questionamento sobre a prontidão das empresas. 

Colaboração e Integração: Fundamental para obter mais dados e melhorar a segurança comportamental. 

📍  Para estar no seu radar 

Curadoria de nossos líderes que vale a pena conferir: 

Livro – Humanismo Extremo (Tom Peters) 

Recomendado por Julio Turbay 

Um livro fascinante, que nos faz uma intensa provocação de como estamos, de fato, colocando as pessoas em primeiro lugar. O tom utilizado por Peters neste livro sai do modelo tradicional de livros de negócios ou guias tradicionais de liderança. Como dito pelo próprio autor, é um livro onde ele se permitiu usar uma linguagem mais direta e provocativa. Além de excelentes exemplos práticos, ele leva o leitor, através de perguntas muito inteligentes, a entender como precisamos encarar os modelos de excelência organizacional. Uma leitura que vale muito a pena. Recomendo! 

Filme – AIR: A história por trás do logo 

Recomendado por Julio Turbay 

Além de contar com um time de peso na atuação, ele é baseado em fatos reais da história da Nike para levar o Michael Jordan a estrelar a campanha de um tênis. Esta ação fez uma guinada espetacular nos resultados da empresa, não só do ponto de vista financeiro, mas também de imagem e influência em um esporte que, até aquele momento, não tinha grandes impactos para a companhia como um todo. O filme vale pelo enredo muito bem desenvolvido, pela incrível atuação de Matt Damon ou simplesmente por fazer qualquer empresário pensar em como podemos voar mais alto. Filme que está no Prime Video. Não perca! 

Artigo – Mudança de Modelo Mental: Um desafio para as organizações 

Por: Odilon Cunha Jr 

• Vem aí – Nossa Formação em Segurança Comportamental, a mais completa do país! Acesse nosso site para mais informações e inscrições

📍 Até a próxima edição! 

Gostou da nossa News? Assine para recebê-la mensalmente e deixe nos comentários qual tema gostaria de ver sendo tratado por aqui. 

• Nos acompanhe nas redes sociais para receber outros conteúdos valiosos: LinkedIn, YouTube, Facebook

O post De líder para líder: Segurança como Orgulho Organizacional  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-seguranca-como-orgulho-organizacional/feed/ 0
De líder para líder: Por que os acidentes acontecem?  https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-por-que-os-acidentes-acontecem/ https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-por-que-os-acidentes-acontecem/#respond Thu, 24 Oct 2024 17:47:23 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7337 📍 Olá, líder!

Em mais uma edição da “De líder para líder”, queremos trazer um panorama, dicas, insights e, claro, provocações para que possamos passar juntos por mais um mês desse último semestre de 2023.

Dessa vez, vamos refletir sobre porque os acidentes acontecem e apresentar ferramentas práticas para que possamos criar um novo olhar sobre o cuidado com as pessoas nesse cenário.

👉 Lembre-se: você não está sozinho nessa caminhada.

Desejamos uma boa leitura!

O post De líder para líder: Por que os acidentes acontecem?  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
📍 Panorama do cenário 

Por: Julio Turbay 

Por que os acidentes acontecem? 

Neste fim de ano, percebemos que houve um incremento significativo de busca das empresas por apoio em situações de acidentes e ocorrências das mais variadas formas. 

Nos chama atenção, pois muitos de nossos clientes atuais também têm percebido um movimento de aumento em suas taxas e, com isso, a preocupação cresce de forma exponencial.  

As empresas sempre nos perguntam o que está acontecendo, e é claro que a resposta para essa inquietude não é simples, mas algumas hipóteses podem e devem ser levantadas para explicar este momento, como: 

1️⃣ Ainda vivemos um período pós pandêmico com muitas incertezas. Exemplo disso é a continuidade de modelos híbridos e qual a porcentagem mais adequada para esse modelo. Algumas organizações estão vivendo claramente uma crise de perda cultural decorrente de estratégias não muito claras, ou mesmo mal comunicadas para as equipes, o que leva a uma instabilidade no sistema organizacional que pode ser um agente de contexto importante para a ocorrência dos acidentes. 

2️⃣ Pressão por resultados históricos. Várias empresas estão estabelecendo parâmetros de sucesso e resultados muito acima do que conseguiram entregar em outros anos. Com a aproximação do final de ano e ainda um distanciamento destas metas, a organização cria um contexto de pressão que pode levar todos, independente dos papéis e responsabilidades, a tomarem decisões desalinhadas com as melhores práticas de segurança. Isso vale principalmente para as organizações com desequilíbrio claro entre seus processos e resultados. 

3️⃣ Falta de acolhimento humano. Colocamos o tema de saúde mental de forma clara na agenda das empresas nos últimos anos, mas muitas organizações, ao decretarem o fim da pandemia, perderam completamente seu interesse e direcionamento para esse assunto, causando um desequilíbrio claro para as pessoas. No livro de Tom Peters, “Humanismo Extremo”, a máxima de colocar as pessoas em primeiro lugar não pode ocupar apenas um papel institucional (uma campanha), mas deve ser algo genuíno na cultura da empresa. Muitas empresas criaram estratégias de terceirização e, com isso, entenderam que podiam abrir mão do cuidado com as pessoas, mantendo apenas um olhar sobre um contrato.  

4️⃣ As pessoas estão sujeitas a um número sem fim de informações, o que pode, no dia a dia, tirar a atenção delas do essencial. Ainda é comum perceber as pessoas dirigindo um veículo falando ao celular ou utilizando redes sociais, pelo simples medo de ficarem por último no acesso às informações.  

O grande aprendizado que precisamos tirar de tudo isso é que vivemos efetivamente em outros tempos, o que nos leva a entender que precisamos “chacoalhar” os modelos tradicionais de gestão de pessoas! Novas soft skills serão exigidas a partir de agora, algumas que não sabemos ainda nem como nomear.  

Por que os acidentes acontecem? Sempre serão por múltiplas causas, não temos dúvida disso, mas o que o cenário e o panorama nos ensinam é que o cuidar das pessoas precisa ser repensado em todas as suas esferas. 

“Coragem é a resistência ao medo, domínio do medo, e não a ausência do medo.” 

Mark Twain 

📍 Comportamento Responde: O Impacto do Híbrido na Segurança do Trabalho 

Confira esse vídeo incrível com nossos diretores de BI e Operações, Odilon Cunha Jr e Julio Turbay! 

Insights sobre o vídeo para otimizar seu tempo: 

Nesta discussão, nossos diretores abordam a viabilidade da segurança em um ambiente híbrido, enfatizando a importância da segurança psicológica e a necessidade de adaptar abordagens de segurança. 

👉 Alguns destaques: 

• O trabalho híbrido é uma realidade crescente e desafia o setor de segurança do trabalho. 

• A segurança pode ser realizada de forma híbrida, com a devida gestão de riscos. 

• A segurança psicológica é fundamental para a tomada de decisões alinhadas com valores e preocupação com a segurança. 

• Aprendizados da cultura antifrágil incluem evoluir e se adaptar em um ambiente híbrido. 

• O modelo de trabalho híbrido veio para ficar, exigindo competências em segurança psicológica e gestão de riscos para criar uma cultura preventiva eficaz. 

📍  Para estar no seu radar 

Por: Odilon Cunha Jr. 

Livro – O que nos faz feliz (Daniel Gilbert) 

Logo no prefácio, o autor já explica que não se trata de um livro de auto ajuda e nem de explicações de como ser feliz, mas sim uma obra científica sobre a Felicidade. Temas como prospecção, subjetividade, realismo, presenteísmo e racionalização são tratados de forma prática e profunda. Um livro que nos ajuda muito a repensar a forma como planejamos o futuro com todos os paradigmas do presente. 

Série – Ragnarok (Netflix) 

Uma séria que me surpreendeu. Confesso que não esperava muito, porém os dilemas éticos e morais familiares, da sociedade, ambientais e culturais são extremamente contemporâneos e que nos fazem refletir sobre como lidamos com a vida e com as relações. 

Artigo – Avaliação Psicológica e os Acidentes de Trabalho 

Por: Camila Bounassar 

• Evento gratuito – Acontece amanhã, 03/10, uma aula gratuita e on-line da nossa parceira de negócios, Escola de Valores, sobre o tema “Produtividade Sustentável: vença (com saúde) a corrida do final do ano”. Nela, serão apresentadas ferramentas práticas para entregar resultados, liderar pessoas e manter o bem-estar coletivo e individual neste final de ano. Estaremos presentes e recomendamos a participação! Clique no link abaixo para se inscrever: 

https://escoladevalores.engaged.com.br/turma/produtividade-sustentavel-venca-com-saude-a-corrida-do-final-do-ano/aula-gratuita

📍 Até a próxima edição! 

Gostou da nossa News? Assine para recebê-la mensalmente e deixe nos comentários qual tema gostaria de ver sendo tratado por aqui. 

• Nos acompanhe nas redes sociais para receber outros conteúdos valiosos: LinkedIn, YouTube, Facebook

O post De líder para líder: Por que os acidentes acontecem?  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/de-lider-para-lider-por-que-os-acidentes-acontecem/feed/ 0
Como a Cultura Organizacional Impacta na segurança?  https://comportamento.com.br/como-a-cultura-organizacional-impacta-na-seguranca/ https://comportamento.com.br/como-a-cultura-organizacional-impacta-na-seguranca/#respond Wed, 23 Oct 2024 23:31:17 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7333 💭Para te contextualizar

A segurança baseada em cultura organizacional é uma abordagem que reconhece a importância da cultura corporativa na promoção e manutenção de um ambiente de trabalho seguro. Em vez de focar apenas em procedimentos, regras e regulamentos, essa abordagem enfatiza os valores, crenças e comportamentos compartilhados dentro da organização que incentivam a segurança.

O post Como a Cultura Organizacional Impacta na segurança?  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
📚O que é a tão falada “cultura organizacional”? Nós te explicamos: 

A Cultura Organizacional e do Trabalho é um conceito amplo que abrange os valores, crenças, normas e práticas que definem como uma organização funciona e como os seus membros interagem e trabalham. Essa cultura influencia todos os aspectos da vida organizacional, desde a tomada de decisões até a maneira como os funcionários se comunicam e colaboram. 

🚨Alerta vermelho  

Não levar em consideração estes fatores aumenta o risco do insucesso de um programa de segurança, desde o desenho de um processo de treinamentos e formação de pessoas e implantação de ferramentas. 

Frequentemente, nota-se que temos inquietudes sobre os motivos que levam as empresas a não conseguirem atingir os resultados esperados tendo as melhores práticas do mercado implantadas. Nestes 27 anos de atuação, a Comportamento, identifica que os fatores culturais dificilmente são considerados para o desenho de um processo, como uma reunião ou mesmo os conhecidos diálogos diários de segurança.  

“A questão não é o que fazer, mas como e para que fazer.” 

Na prática, o “copia e cola” não impacta de forma potente na cultura organizacional, compreender a maturidade e a favorabilidade da temática segurança é fundamental para o sucesso dos planos de evolução cultural.  

💡 Então, como aprimorar a segurança na prática? 

A segurança baseada em cultura organizacional não é uma solução rápida, mas um processo contínuo de melhoria. Com dedicação e compromisso, as organizações podem criar um ambiente de trabalho onde a segurança é uma competência fundamental e um valor compartilhado por todos.  

Conte com a Comportamento para te auxiliar nessa jornada! 

O post Como a Cultura Organizacional Impacta na segurança?  apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/como-a-cultura-organizacional-impacta-na-seguranca/feed/ 0
Qual a metodologia por trás de uma abordagem humana em segurança? https://comportamento.com.br/qual-a-metodologia-por-tras-de-uma-abordagem-humana-em-seguranca/ https://comportamento.com.br/qual-a-metodologia-por-tras-de-uma-abordagem-humana-em-seguranca/#respond Wed, 23 Oct 2024 23:29:41 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7325 Em um mundo onde a palavra "risco" está tão presente em nosso vocabulário cotidiano, é crucial reconhecer que sua gestão vai muito além de uma simples precaução. Dos ambientes esportivos aos educacionais, dos espaços corporativos aos cenários climáticos, estamos constantemente cercados por situações que apresentam algum nível de risco.

O post Qual a metodologia por trás de uma abordagem humana em segurança? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
No entanto, quando se trata da segurança do trabalho nas organizações, a capacidade de perceber e gerenciar esses riscos se torna uma questão primordial. 

Além disso, as diversas equipes (por exemplo, segurança do trabalho, manutenção, logística, financeira, gestão de pessoas) responsáveis pelo gerenciamento dos riscos organizacionais não estão mais restritas a um papel operacional; elas estão se tornando cada vez mais estratégicas, demandando equipes que possuam competências preventivas e que estejam aptas a promover reflexões e ações proativas.  

Nesse contexto, aprimorar a percepção de risco, compreender os fatores que influenciam essa percepção e desenvolver comportamentos seguros são imperativos para uma cultura de segurança eficaz e sustentável. 

Observação e Abordagem Comportamental (OAC)  

Diante desses desafios, surge a Observação e Abordagem Comportamental (OAC) como uma ferramenta essencial. Esta abordagem educativa não apenas capacita os colaboradores a reconhecerem os riscos em seu ambiente de trabalho, mas também os incentiva a refletirem sobre seus próprios comportamentos e decisões. Ao estimular a autopercepção e a autonomia na gestão dos riscos, a Observação e Abordagem Comportamental se torna uma aliada poderosa na busca pela excelência em segurança e na construção de uma cultura organizacional resiliente e preventiva. 

“A observação é um importante ponto na resolução de conflitos porque faz a distinção entre o que é e o que pensamos sobre. É um espaço em que o diálogo se torna possível.” -Christiane Goffard (2013) 

Modelo Teórico “SORC” 

Imagine o comportamento humano como um quebra-cabeça complexo, onde cada peça é influenciada por estímulos externos, características individuais, respostas observáveis e consequências. O modelo SORC, aplicado na observação e abordagem comportamental, nos oferece as lentes necessárias para desvendar esse enigma, fornecendo insights valiosos sobre como nossas ações são moldadas pelo ambiente que nos cerca e pelas experiências que acumulamos ao longo da vida. 

SORC é uma sigla que representa: 

ESTÍMULO – ORGANISMO – RESPOSTA – CONSEQUÊNCIA. 

ESTÍMULO (S): São os eventos ou situações que precedem o comportamento. Esses estímulos podem ser externos, como uma ordem do chefe, ou internos, como uma sensação de fome. 

Os ativadores comportamentais são estímulos, eventos ou condições que influenciam ou desencadeiam determinados comportamentos em indivíduos ou grupos. Esses ativadores podem ser tanto externos quanto internos e desempenham um papel fundamental na formação e na modificação dos comportamentos observados nas organizações. Eles dividem-se em cinco níveis: 

Voltando para a sigla de SORC, temos: 

ORGANISMO (O): Refere-se às características individuais e internas de uma pessoa que influenciam seu comportamento. Isso inclui fatores como a personalidade, experiências passadas, habilidades e necessidades. 

RESPOSTA (R): É o comportamento observável que ocorre em resposta aos estímulos. Isso pode ser uma ação física, uma resposta verbal ou até mesmo uma expressão facial. 

CONSEQUÊNCIA (C): São os resultados ou eventos que se seguem ao comportamento. As consequências podem ser positivas, como elogios ou recompensas, ou negativas, como punições ou feedbacks críticos. 

  • Exemplo prático: 

Ao realizar a troca de uma correia de um equipamento, João não utilizou todos os EPIs necessários para a atividade! 

Método COACH 

Pensando o quão podem ser prejudiciais as consequências negativas de um certo estímulo, como no caso acima, uma lesão por falta de sono, foi desenvolvido o método COACH, como forma de solucionar esses acontecimentos. 

À medida que avançamos na promoção de uma cultura de segurança eficaz e sustentável em nossa organização, é fundamental adotarmos abordagens práticas e eficientes que capacitem nossos líderes e colaboradores a agirem de forma proativa na identificação e mitigação de riscos. Nesse contexto, surge o método COACH, uma ferramenta poderosa baseada nos estudos e métodos desenvolvidos por Scott Geller para implementar a Observação e Abordagem Comportamental (OAC) no ambiente de trabalho. 

O método COACH, um anagrama de: 

CUIDADO ATIVO, OBSERVAÇÃO, ANÁLISE, COMUNICAÇÃO e HELP (ajuda para cumprimento dos compromissos firmados) 

Esse método oferece uma estrutura clara e eficaz para promover uma cultura de segurança baseada na prevenção e na intervenção proativa.  

Assim, ao capacitar nossos colaboradores a praticarem o cuidado ativo, observarem atentamente o ambiente de trabalho, analisarem os comportamentos e as condições de risco, comunicarem-se de forma aberta e eficaz, e oferecerem ajuda para o cumprimento de compromissos na busca pelo comportamento seguro, estamos fortalecendo nossa capacidade de prevenir acidentes e garantir um ambiente de trabalho seguro para todos. 

O post Qual a metodologia por trás de uma abordagem humana em segurança? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/qual-a-metodologia-por-tras-de-uma-abordagem-humana-em-seguranca/feed/ 0
Como ir além da informação e realmente educar? https://comportamento.com.br/como-ir-alem-da-informacao-e-realmente-educar/ https://comportamento.com.br/como-ir-alem-da-informacao-e-realmente-educar/#respond Tue, 22 Oct 2024 21:42:51 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7316 Em primeira análise é importante destacarmos a relevância do assunto que vamos abordar.

O post Como ir além da informação e realmente educar? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
Em um mundo dinâmico, onde a segurança é mais do que um protocolo a ser seguido, emerge a necessidade de cultivar uma abordagem que transcenda as barreiras do ensino tradicional e da comunicação superficial e não inclusiva. Por esse motivo um dos pilares essenciais da Segurança Baseada em Cultura é o DDS Andragógico e a Comunicação Efetiva. 

Vivemos em uma era de mudanças aceleradas, avanços tecnológicos e uma constante necessidade de adaptação. No contexto da segurança do trabalho, compreender como os adultos aprendem e enfrentam desafios torna-se mais crucial do que nunca. 

Pensando nisso, são os conceitos essenciais do Diálogo Diário de Segurança Andragógico e da Comunicação Efetiva:  

-Pedagogia; 

-Andragogia; 

-Comunicação Efetiva. 

A pedagogia – A arte e a Ciência de semear 

A pedagogia visa semear uma cultura focando especialmente na formação e desenvolvimento integral da criança, porém não nos impede de utilizá-la pensando em adultos. A pedagogia, assim, visa proporcionar uma educação significativa promovendo seu crescimento intelectual, emocional e social. Com essa técnica é semeado o conhecimento de forma que o indivíduo seja motivado por um benefício externo, enquanto na andragogia os indivíduos já possuem um motivador interno para dar valor a determinado assunto, como por exemplo a vontade de agregar conhecimento para si mesmo. 

Os princípios da Andragogia – A arte e a ciência do aprendizado contínuo 

Ao considerarmos a educação de adultos no contexto corporativo, é essencial reconhecer que métodos e abordagens tradicionais de ensino nem sempre são eficazes para promover o aprendizado significativo e duradouro. É aqui que entra a andragogia, uma abordagem educacional centrada no adulto, que reconhece suas necessidades, experiências e responsabilidades como componentes essenciais do processo de aprendizagem. 

Ao compreender e aplicar esses princípios, as organizações criam ambientes e o clima favorável de aprendizagem que capacitam os adultos a desenvolverem suas habilidades, expandirem seus conhecimentos e alcançarem seu pleno potencial profissional. 

Vamos partir do princípio de que: 

O excesso de informação causa amnésia.”-Umberto Eco 

Sob mesmo ponto de vista, apresentamos um gráfico baseado na Pirâmide de Edgar Dale, referente a retenção de conhecimento: 

Conectar os princípios da andragogia e a pirâmide de aprendizado de Dale ressalta a importância de adotar abordagens educacionais que sejam participativas, interativas e práticas. Ao integrar esses princípios em nossas estratégias de ensino e comunicação, podemos criar experiências de aprendizado mais eficazes e impactantes para os adultos em ambientes corporativos. É hora de redefinir a forma como ensinamos e comunicamos, colocando o aprendiz adulto no centro do processo educacional e garantindo que cada interação promova uma verdadeira  compreensão e retenção do conhecimento. 

Trouxemos aqui 7 pontos essenciais para estruturar um treinamento de Percepção de Risco:  

1. Atitude de Discussão em Grupo: Divida os participantes em pequenos grupos para discutir e compartilhar suas experiências relacionadas ao tema do treinamento. Incentive a interação entre os participantes, criando um ambiente propício para troca de ideias e aprendizado mútuo. 

2. Atividade Prática: Desenvolva uma atividade prática que permita aos participantes aplicar os conceitos discutidos durante o treinamento. Isso pode incluir estudos de caso, simulações ou exercícios de resolução de problemas, proporcionando uma experiência concreta e significativa. 

3.Reflexão Pessoal: Peça aos participantes que reflitam sobre a importância do tema para sua rotina de trabalho ou vida pessoal. Isso pode ser feito por meio de perguntas direcionadas ou exercícios de escrita individual, incentivando a conexão entre o conteúdo do treinamento e sua aplicação prática. 

4. Atividade de resolução de problemas em grupo: Apresente aos participantes um problema ou desafio relacionado ao tema do treinamento e peça que trabalhem em equipe para encontrar soluções. Isso promoverá a colaboração e o desenvolvimento de habilidades práticas necessárias para lidar com situações do dia a dia. 

5.Identificação de vulnerabilidades: Realize uma atividade em que os participantes identifiquem as vulnerabilidades ou desafios específicos que enfrentam em relação ao tema do treinamento. Em seguida, discuta estratégias e práticas para lidar com essas vulnerabilidades de forma eficaz, promovendo o autodesenvolvimento e a resiliência. 

6.Valorização da experiência dos participantes: Promova atividades que valorizem e reconheçam a experiência prévia dos participantes no tema abordado. Isso pode incluir oportunidades para compartilhar histórias, exemplos ou casos reais relacionados ao assunto, destacando a relevância e a importância da experiência deles no processo de aprendizado. 

7.Metodologia de ensino para retenção do aprendizado: Explore diferentes metodologias de ensino que tenham como objetivo aumentar a retenção do aprendizado pelos participantes. Isso pode envolver o uso de técnicas ativas de aprendizagem, como estudos de caso, jogos de simulação, debates, exercícios práticos e atividades de revisão e reforço.  

Por fim temos a Comunicação Efetiva – A arte e a ciência da conexão de ideias 

A comunicação é a essência de toda interação humana. Nas organizações, uma comunicação efetiva desempenha um papel crucial na transmissão de informações, na construção de relacionamentos e no alcance dos objetivos estratégicos. No contexto da segurança do trabalho e do desenvolvimento profissional, a habilidade de comunicar de forma clara, persuasiva e empática é fundamental para garantir a compreensão, o engajamento e o comprometimento dos colaboradores. 

A comunicação efetiva é a base de qualquer relacionamento saudável e produtivo. – Stephen Covey 

Saber se comunicar de forma efetiva é muito mais do que simplesmente transmitir informações com clareza. É uma arte que envolve habilidades específicas e uma compreensão profunda das nuances da interação humana. 

Diante dos aprendizados passados acima, podemos concluir três importantes lições: 

-Estimular a conexão com a equipe a partir da troca de experiências e comunicação efetiva; 

-Conectar o conteúdo com a realidade de cada pessoa; 

-Estimular o aprendizado contínuo para aprimorar a rotina de trabalho de cada um. 

Posto isto, convidamos você a colocar em prática os conceitos e as estratégias compartilhadas aqui, promovendo reuniões de DDS andragógicas, significativas, engajadoras e eficazes em sua área de trabalho. Lembre-se sempre de adaptar as práticas às necessidades e realidades específicas de sua equipe, buscando constantemente melhorias e inovações. 

O post Como ir além da informação e realmente educar? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/como-ir-alem-da-informacao-e-realmente-educar/feed/ 0
Fatores humanos na investigação de ocorrências https://comportamento.com.br/fatores-humanos-na-investigacao-de-ocorrencias/ https://comportamento.com.br/fatores-humanos-na-investigacao-de-ocorrencias/#respond Tue, 22 Oct 2024 21:39:46 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7308 “Trabalhar com segurança é uma luta diária contra a natureza humana” - Scott Geller 2001

O post Fatores humanos na investigação de ocorrências apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
Esta afirmação de Scott Geller (2001) demonstra que para determinar a excelência em saúde e segurança não é possível focarmos apenas em tecnologia e sistemas. Como já descrito, o fator humano é a essência para eficiência em gestão. 

Considerando o fator humano, estamos diante das questões culturais e comportamentais do indivíduo. No processo de investigação, as formações (família, religiões, crenças, hábitos, escolas, relações interpessoais) e a relação de incertezas versus ganhos (análise das atitudes e das consequências) são fundamentais para o entendimento do porquê os comportamentos de riscos ainda ocorrem. 

Com isso em mente, surge a seguinte questão: por que as pessoas quebram as regras? 

Desta forma, compreender o fator humano em conjunto com as etapas de investigação de ocorrências e acidentes é regra de ouro para a excelência do processo. 

Como as organizações podem fazer escolhas evitando os acidentes? 

As organizações, para tentar evitar acidentes, devem colocar barreiras ou defesas a fim de impedir que os riscos se transformem em perdas. 

Fatores humanos: 

-Hollnagel (2002) elaborou um gráfico com curvas empíricas de atribuição de acidentes. Em determinados períodos históricos, concluiu-se que grande parte das causas dos acidentes eram técnicas. Atualmente, os fatores humanos têm sido foco central das análises, com forte tendência de que as falhas organizacionais logo superem as outras duas categorias. 

O erro humano sempre foi considerado como causa dos acidentes, porém é possível identificar duas diferentes perspectivas para explicá-los: 

  • A primeira considera o erro humano como a principal causa, sendo responsável por mais de dois terços dos acidentes e, nessa visão, quando um acidente ocorre, é preciso procurar erros, violações e incompetências a fim de encontrar avaliações imprecisas, decisões erradas e erros de julgamento. 
  • Já o que é considerada a nova visão do erro humano, esse não é causa e sim efeito ou sintoma de um problema maior no sistema, sendo que sistemas complexos não são considerados, basicamente, seguros. O erro humano não é aleatório, ele é sistematicamente ligado a falhas nas ferramentas, tarefas e ambiente operacional. 

O fator humano não é entendido como um elemento que compõe o sistema, o qual, a partir dessa perspectiva, é considerado confiável e seguro. Para tornar os sistemas ainda mais seguros, é necessário restringir a atuação humana por meio de automações, procedimentos mais rígidos e supervisão. 

Para explicar as falhas, não se deve procurar o que as pessoas fizeram de errado. Ao invés disso, deve-se buscar entender porque as ações foram realizadas daquela forma, a partir da perspectiva de que havia um sentido naquele determinado momento dadas as circunstâncias que os cercavam. 

Significa reconhecer que acidentes são o resultado de tomadas de decisões diárias, influenciadas pelo cotidiano e não devido a comportamentos erráticos feitos por indivíduos isolados. 

A falha humana, dessa forma, não deveria ser considerada como conclusiva em uma investigação de ocorrência e, sim, como um ponto de partida para esse processo. 

Investigação e análise de ocorrência 

Neste novo ponto de vista, a investigação é guiada pelo entendimento que o acidente é um sintoma de um problema mais profundo. Portanto é necessário investigar qual é a fonte da dificuldade dos colaboradores. 

O processo de investigação pode contemplar 8 passos distintos, conforme modelo abaixo: 

Sendo assim, compreendemos que a influência dos fatores humanos é apenas um ponto de partida para se analisar e não a causa primária.  

Para aprofundar seus estudos sobre Investigação e Análise de Riscos, a Comportamento possui um E-book completo com vídeo aula abrangendo a fundo os tópicos do processo de investigação de ocorrências com clareza e robustez. 

Acesse: Investigação e Análise de Ocorrências 

O post Fatores humanos na investigação de ocorrências apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/fatores-humanos-na-investigacao-de-ocorrencias/feed/ 0
Gestão de Consequências: como identificar se é erro ou violação? https://comportamento.com.br/gestao-de-consequencias-como-identificar-se-e-erro-ou-violacao/ https://comportamento.com.br/gestao-de-consequencias-como-identificar-se-e-erro-ou-violacao/#respond Mon, 21 Oct 2024 21:32:13 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7294 Os perigos da vida são infinitos, e entre eles está a segurança.” - Goethe

A Gestão de Consequências desempenha um papel vital na construção de uma cultura de segurança do trabalho sólida em qualquer organização. Ela reconhece que as consequências - sejam elas positivas ou negativas - têm um impacto significativo no comportamento humano e, portanto, na segurança no local de trabalho.

O post Gestão de Consequências: como identificar se é erro ou violação? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
Ao entender que as consequências moldam ativamente o comportamento dos colaboradores, as organizações podem implementar estratégias proativas para reforçar comportamentos seguros e desencorajar comportamentos de risco. Essa abordagem não apenas ajuda a prevenir incidentes, mas também promove uma cultura onde a segurança é valorizada e priorizada por todos. 

Como as consequências podem ser usadas de forma eficaz para influenciar o comportamento dos colaboradores, identificar e corrigir falhas sistêmicas e fortalecer a cultura de segurança de uma organização? 

1. GESTÃO DE CONSEQUÊNCIAS: refere-se ao processo sistemático de reconhecer 

comportamentos seguros e corrigir comportamentos inseguros para promover uma cultura de segurança no local de trabalho. Envolve a aplicação de reconhecimentos e sanções para incentivar o comportamento seguro e desencorajar o comportamento de risco. 

2. POLÍTICA DE CONSEQUÊNCIAS: é o conjunto de diretrizes, procedimentos e critérios 

estabelecidos pela organização para governar a gestão de consequências. Define como os 

comportamentos serão reconhecidos, quais ações serão sancionadas e como serão aplicadas as consequências em casos de violações às políticas de segurança. 

3. RECONHECIMENTO: refere-se à prática de recompensar e valorizar os comportamentos 

seguros dos colaboradores. O reconhecimento pode assumir diversas formas, como elogios públicos, prêmios, incentivos financeiros ou oportunidades de desenvolvimento profissional. 

4. SANÇÃO: consiste na aplicação de consequências negativas em resposta a comportamentos inseguros. Isso pode incluir medidas disciplinares, treinamento adicional, restrições de acesso a determinadas áreas ou perda de privilégios no local de trabalho. 

Esses conceitos são fundamentais para uma abordagem eficaz de gestão de consequências, pois ajudam a estabelecer expectativas claras, promover comportamentos desejados e manter um ambiente de trabalho seguro e produtivo. 

Compreendendo o nosso Comportamento 

Compreender os fatores que influenciam os comportamentos seguros e de risco e reconhecer a complexidade do comportamento humano, nos permite explorar mais a fundo as causas e consequências desses comportamentos. Desta forma, compreender sobre ativadores comportamentais e modelo teórico SORC é fundamental. 

“Através da observação atenta, podemos revelar insights ocultos e descobrir novas perspectivas.” – Amy Herman 

Os ativadores comportamentais nos revelam os estímulos que nos levam a agir de determinada maneira. É como se estivéssemos desvendando os segredos internos do comportamento humano, examinando cuidadosamente cada componente para entender como tudo se conecta. Influenciam diretamente as ações e decisões de todos os colaboradores de uma organização, possuindo 5 níveis: 

Além disso, ao integrarmos o modelo teórico behaviorista SORC (Estímulo-Organismo-Resposta-Consequência) à análise de ocorrências, adicionamos uma camada de compreensão mais profunda ao investigar não apenas os eventos em si, mas também as percepções, interpretações e reações dos indivíduos envolvidos. 

Erro e Violação: Como identificar cada um? 

A metodologia Hearts and Minds do Energy Institute propõe um excelente fluxo que demonstra como compreender o erro ou a violação. 

Os erros estão relacionados a falhas de desempenho que ocorrem sem intencionalidade. São lapsos/falhas ou erros ou infração não intencionais, ou seja, sem intenção de quebrar regras ou procedimentos. 

Por outro lado, as violações representam a quebra deliberada ou intencional de 

normas, procedimentos ou práticas estabelecidas. Podem ser classificadas como situacional, de aprimoramento organizacional ou pessoal, ou imprudente. 

Para evitar situações como as apresentadas acima, não basta apenas aplicar recompensas e sanções, mas sim de moldar atitudes, comportamentos e valores dentro de uma organização.  

No entanto, é importante lembrar que a segurança baseada em cultura vai além das políticas e procedimentos. Ela é enraizada na mentalidade e nos comportamentos de cada indivíduo na organização. Portanto, a gestão de consequências deve ser acompanhada por esforços contínuos para promover a conscientização, o engajamento e a responsabilidade de todos os colaboradores em relação à segurança. 

O post Gestão de Consequências: como identificar se é erro ou violação? apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/gestao-de-consequencias-como-identificar-se-e-erro-ou-violacao/feed/ 0
Diálogo Diário de Segurança para além das formalidades https://comportamento.com.br/dialogo-diario-de-seguranca-para-alem-das-formalidades/ https://comportamento.com.br/dialogo-diario-de-seguranca-para-alem-das-formalidades/#respond Mon, 21 Oct 2024 20:25:05 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7289 O Diálogo Diário de Segurança (DDS) é conceituado como uma prática essencial no contexto da segurança do trabalho, sendo uma ferramenta dinâmica e participativa que visa promover uma cultura de segurança proativa e a prevenção de ocorrências (acidente e/ou incidentes) no ambiente de trabalho.

O post Diálogo Diário de Segurança para além das formalidades apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
O DDS consiste em encontros regulares entre os membros da equipe, nos quais são discutidos temas relacionados à segurança, compartilhadas experiências, identificados potenciais riscos e reforçadas boas práticas. 

Neste conceito, o DDS vai além de uma mera formalidade ou rotina, tornando-se um espaço de diálogo aberto e colaborativo, onde todos os colaboradores são encorajados a participar ativamente, contribuindo com insights, sugestões e preocupações relacionadas à segurança. A prática do DDS prioriza a prevenção de incidentes, adotando uma abordagem proativa na identificação e mitigação de riscos, em vez de apenas reagir a eventos após sua ocorrência.  

Além disso, o DDS se caracteriza pela sua regularidade e consistência, sendo realizado de forma frequente e periódica para garantir que as questões de segurança sejam abordadas de maneira contínua ao longo do tempo. Os encontros do DDS também se destacam pela busca por ações concretas, não se limitando apenas à identificação de problemas, mas também desenvolvendo e implementando medidas corretivas e preventivas para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para todos os colaboradores. 

Desta forma, o DDS se posiciona como uma ferramenta essencial na construção de uma cultura de segurança robusta e na promoção do comprometimento de toda a equipe com a segurança no trabalho, refletindo os valores e a missão da organização em proteger a saúde e o bem-estar de seus colaboradores. 

Características Fundamentais – que tornam o DDS mais humano. 

Compreender as características fundamentais do DDS é crucial para maximizar seus benefícios. Desde a sua frequência regular até a oportunidade de identificar e corrigir potenciais riscos, cada aspecto do DDS contribui para a construção de um ambiente de trabalho mais seguro. Portanto, familiarizar-se com essas características não apenas fortalece a implementação do DDS, mas também reforça o compromisso da organização com a segurança e o bem-estar de seus colaboradores. 

Em um DDS eficaz são identificadas características que o promovem como uma ferramenta essencial para a excelência em segurança. São algumas características do Diálogo Diário de Segurança de excelência: 

PARTICIPAÇÃO ATIVA: todos os membros da equipe, desde os funcionários de linha defrente até a liderança, devem participar ativamente do DDS, contribuindo com insights, sugestões e preocupações relacionadas à segurança. 

ABORDAGEM COLABORATIVA: as discussões no DDS são conduzidas de forma colaborativa e inclusiva, incentivando a troca de conhecimento e as experiências dos membros da equipe. 

AÇÕES CONCRETAS: além de identificar problemas de segurança, o DDS também busca desenvolver e implementar ações corretivas e preventivas tangíveis para abordar a melhoria contínua de maneira eficaz. 

Além destas características, quando alinhamos os princípios da andragogia e comunicação efetiva, surgem novas características que potencializam a excelência da ferramenta: 

RELEVÂNCIA: aborda temas específicos e pertinentes ao contexto do local de trabalho e às atividades realizadas pelos colaboradores, tornando o diálogo mais significativo e envolvente. 

ADAPTAÇÃO: flexível o suficiente para se ajustar às necessidades e interesses dos colaboradores, permitindo a personalização dos tópicos abordados de acordo com as demandas e desafios específicos de cada equipe ou setor. 

APLICAÇÃO PRÁTICA: inclui exemplos práticos e casos reais relacionados à segurança no trabalho, facilitando a compreensão e a aplicação dos conceitos discutidos no dia a dia. 

ESTÍMULO À APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA: incentiva os colaboradores a assumirem a responsabilidade por sua própria aprendizagem e desenvolvimento, oferecendo recursos e oportunidades para a busca ativa de conhecimento e habilidades relacionadas à segurança. 

“A andragogia trata os adultos como colaboradores ativos na construção do conhecimento, respeitando suas experiências e conhecimentos prévios.” – Malcolm Knowles 

A metodologia do DDS é cuidadosamente projetada para garantir que os princípios da andragogia e da comunicação efetiva sejam adequadamente aplicados, maximizando o engajamento dos colaboradores e otimizando os resultados em termos de segurança e prevenção de acidentes.  

Ao planejar e conduzir um DDS, é importante seguir uma abordagem estruturada e orientada andragógica, levando em consideração as características únicas dos colaboradores e as demandas específicas do ambiente de trabalho. É fundamental no planejamento do DDS identificar: 

Ao fazermos do DDS uma parte integrante de nossa cultura organizacional, estamos investindo no bem-estar e na segurança de todos os colaboradores, além de contribuir para o sucesso e a sustentabilidade de nossa empresa. Juntos, podemos criar um ambiente de trabalho onde a segurança é prioridade e todos têm voz ativa na promoção da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. 

O post Diálogo Diário de Segurança para além das formalidades apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/dialogo-diario-de-seguranca-para-alem-das-formalidades/feed/ 0
Reconhecimento na Gestão de Consequências – Fortalecendo a Cultura de Segurança https://comportamento.com.br/reconhecimento-na-gestao-de-consequencias-fortalecendo-a-cultura-de-seguranca/ https://comportamento.com.br/reconhecimento-na-gestao-de-consequencias-fortalecendo-a-cultura-de-seguranca/#respond Mon, 21 Oct 2024 20:23:09 +0000 https://comportamento.com.br/?p=7284 Quando se trata de promover um ambiente seguro, a gestão de reconhecimentos emerge como uma ferramenta poderosa. Reconhecer e recompensar comportamentos seguros não apenas incentiva os colaboradores a continuarem agindo de maneira responsável, mas também fortalece a cultura de segurança do trabalho. Ao destacar e valorizar as ações que contribuem para um ambiente de trabalho seguro, a gestão de reconhecimentos cria um ciclo positivo de reforço, inspirando outros a seguir o exemplo.

O post Reconhecimento na Gestão de Consequências – Fortalecendo a Cultura de Segurança apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
Além disso, a ênfase no reconhecimento dos comportamentos seguros é mais efetiva do que simplesmente focar nas sanções por violações. Embora as sanções sejam necessárias em certos casos, o reconhecimento tem o poder de motivar e inspirar os colaboradores de uma maneira que as punições não conseguem. Reconhecer os esforços e conquistas dos colaboradores demonstra apreço por seu trabalho e contribui para um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo. 

“A gestão de consequências organizacionais não se trata apenas de punir o comportamento inadequado, mas também de reconhecer e recompensar consistentemente os comportamentos desejados que contribuem para a segurança e o sucesso da empresa.” – John Kotter 

A gestão de consequências na segurança do trabalho encontra um aliado poderoso na aplicação efetiva do reconhecimento. A renomada pesquisadora Rosabeth Kanter ressalta a importância desse aspecto ao descrever sete princípios para construir a excelência na política de reconhecimentos. Esses princípios não apenas reforçam o compromisso com a segurança, mas também promovem um ambiente de trabalho positivo e colaborativo. 

Trouxemos alguns desses princípios aqui: 

  1. ÊNFASE NO SUCESSO | Destacar o sucesso em práticas seguras, em vez de focar no fracasso, motiva os colaboradores a continuarem contribuindo para a segurança do trabalho. 
  1. RECONHECIMENTO PÚBLICO E ABERTO | A promoção do reconhecimento de forma aberta e pública não apenas valoriza os colaboradores individualmente, mas também inspira outros a seguirem exemplos positivos. 
  1. RECONHECIMENTO PESSOAL E HONESTO | Reconhecimentos pessoais e honestos criam um ambiente de confiança, onde os colaboradores se sentem valorizados e respeitados. 
  1. SIMPLICIDADE NOS CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO | Simplificar os critérios de reconhecimento e torná-los transparentes facilita o entendimento e incentiva uma maior adesão às práticas seguras. 

Para checar a análise de todos os princípios e um estudo completo sobre Gestão de Consequências, recomendamos o nosso e-book com vídeo aula: Gestão de Consequências

Características de equipes reconhecidas pelo comportamento seguro: 

Equipes de excelências não são apenas aquelas que alcançam metas e objetivos, mas também aquelas que priorizam a segurança em todas as suas atividades. Reconhecer e valorizar equipes que demonstram um comportamento seguro não apenas promove uma cultura de segurança positiva, mas também inspira outros a seguirem o exemplo. Ao observarmos de perto essas equipes reconhecidas pelo comportamento seguro, podemos identificar algumas características distintivas que as tornam exemplares em seus esforços pela segurança no trabalho. 

Portanto, ao valorizar e reconhecer equipes que demonstram um compromisso contínuo com a segurança, estamos não apenas recompensando o bom desempenho, mas também cultivando um ambiente onde a segurança é uma prioridade compartilhada por todos. 

O post Reconhecimento na Gestão de Consequências – Fortalecendo a Cultura de Segurança apareceu primeiro em Comportamento | Psicologia do Trabalho.

]]>
https://comportamento.com.br/reconhecimento-na-gestao-de-consequencias-fortalecendo-a-cultura-de-seguranca/feed/ 0